Apesar da sociedade sueca ser uma democracia, o guitarrista Yngwie Malmsteen não gosta muito deste conceito quando o assunto é a sua banda e carreira. O grandalhão quer estar no controle de tudo, o que pode gerar atrito com alguns colegas de trabalho.
E isto fica bem claro o porquê de, com o passar do tempo, muitos bateristas, baixistas e vocalistas entraram e saíram de sua empresa. Em conversa com a Classic Rock, Yngwie Malmsteen assumiu que controla sua banda com mão de ferro.
“Algumas bandas não funcionariam bem sem a participação dos outros integrantes, como o Led Zeppelin, e isso é incrível”, observou o sueco. “Eu nunca fui assim. Mesmo quando estudante, me consideravam um ego maníaco. E mesmo que eu possa ser, não é por isso que trabalho dessa forma. Trabalho assim porque não tenho dúvidas sobre o que quero”.
“Vejo os outros músicos não como colegas de banda, mas como funcionários, pagos para tocar a música. Eu lamento a fraqueza inicial em deixar os cantores escreverem as próprias letras”, alegou o músico.
“Outros guitarristas que contratam cantores, como Michael Schenker (ex-UFO, ex-Scorpions) e Ritchie Blackmore (ex-Deep Purple, ex-Rainbow) simplesmente os deixam cantar o que bem entenderem. Mas aí não é a minha mensagem completa. E isso é muito importante para mim”, completou o guitar hero.
Em 2025, o guitarrista Yngwie Malmsteen esbanjou arpejos na velocidade da luz no novo álbum ao vivo, Tokyo Live, o qual saiu no dia 25 de abril pelo selo Music Theories Recordings.
Via: RockBizz
